Toyota anuncia produção de veículo híbrido flex em 2019

17/12/2018 – A Toyota do Brasil será a primeira montadora no mundo a fabricar um veículo híbrido com motor de combustão interna flex a gasolina e álcool. A nova tecnologia e o novo carro sairão da linha de produção no fim do ano que vem.

Segundo a empresa, o desenvolvimento e a decisão de ter um híbrido flex “está em linha com o recém-aprovado Programa Rota 2030, que oferece previsibilidade para as empresas investirem no longo prazo no País e estabelece, dentre outras medidas, novas políticas de estímulo a veículos mais eficientes”.

A Toyota afirma que o híbrido flex “tem um dos mais altos potenciais de compensação e reabsorção na emissão de CO2 gerado desde o início do ciclo de uso do etanol extraído da cana-de-açúcar, passando pela disponibilidade nas bombas de abastecimento e sua queima no processo de combustão do carro”.

O desenvolvimento teve participação inicial também da engenharia da Toyota japonesa, além da brasileira. “Este é um marco, não só para a Toyota do Brasil, mas para toda a indústria nacional”, afirmou em nota Steve St.Angelo, CEO da Toyota para América Latina.

Consultada, a Toyota não confirmou qual será o modelo nem em qual fábrica de suas três fábricas (São Bernardo do Campo, Indaiatuba e Sorocaba) ele será fabricado. É muito provável, porém, que seja o Prius, veículo sobre o qual foi apresentado o primeiro protótipo e que serviu para testes da nova tecnologia nos últimos anos.

O anúncio da produção de um híbrido era dado como praticamente certo assim que  foi sancionado o Rota 2030 na última terça-feira, 11, e cujo texto garante a redução de 3 pontos porcentuais sobre os índices estabelecidos no decreto 9.442, de 5 de julho, que definiu novas alíquotas para híbridos e elétricos.

Antes da sanção, no início do mês, o presidente da AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, Edson Orikassa, revelou pressão do Ministério da Fazenda para que a Presidência da República vetasse a emenda proposta por representantes dos produtores de etanol.  Orikassa, que também é executivo da Toyota, admitiu que a aprovação da emenda  contibuirá para a aprovação do projeto.

fonte: AutoIndústria

Volvo Cars eleva vendas em 94%

17/12/2018 – Com crescimento de 94% nas suas vendas em 2018, a Volvo Cars encerra 2018 com mais um lançamento no mercado brasileiro. É a nova geração da station wagon V60, que chega em versão única de acabamento, a Momentum. O modelo já pode ser reservado em uma das 35 concessionárias da marca por R$ 199.950.

O recorde deste ano, num total de 6.070 unidades comercializadas até novembro, contra as 3.120 de 2017 (seu melhor ano até então foi 2012, com 5.212 emplacamentos), é atribuído pela marca sueca pertencente à chinesa Geely a uma série de lançamento de produtos globais, dentre os quais o XC40 e as versões híbridas do XC60 e do S90.

Um dos modelos da série 90, a nova station wagon, assim como o XC90 e o S90, é fabricada sobre a plataforma modular SPA (Scalable Product Architecture), o que garante, segundo a fabricante, proporções exclusivas e as mais recentes tecnologias de segurança.

Com a nova plataforma, o novo V60 ganhou entre-eixos 9,6 cm maior que a geração anterior. Além disso, os assentos dianteiros estão mais finos e os traseiros, desenhados para um melhor espaço para as pernas dos passageiros, garantindo mais conforto a todos. O porta-malas tem volume de 529 litros, que pode ser expandido para até 1.364 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.

O V60 conta com transmissão automática de 8 velocidades acoplada ao renovado motor T5 Drive-E, de 2 litros, 4 cilindros em linha, com turbocompressor e injeção direta de gasolina, que produz 254 cv de potência máxima a 5.500 rpm e 350 N.m de torque entre 1.500 e 4.800 rpm.

A exemplo dos últimos lançamentos da marca, o V60 chega ao Brasil equipado com o City Safety de segunda geração com assistente de direção, que entra em ação quando a frenagem automática sozinha não é suficiente para evitar uma colisão em potencial.

A nova station wagon traz o sistema de entretenimento e conectividade Sensus Connect, acessível pela tela antirreflexo sensível ao toque de 9 polegadas de LCD no painel central, que reúne praticamente todos os comandos do veículo em um único lugar.

fonte: AutoIndústria

Ford confirma lançamento da Ranger Storm no Brasil

17/12/2018 – Após ser muito bem recebida pelo público durante a sua apresentação no Salão do Automóvel de São Paulo, a picape Ranger Storm será lançada no mercado brasileiro entre o final do ano que vem e o início de 2020. A confirmação foi realizada pelo próprio presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, na última quinta-feira, 13, durante reunião com a imprensa automotiva.

“A Ranger Storm foi apresentada como teste de mercado no Salão do Automóvel e a resposta do público foi tão positiva que estamos anunciando oficialmente o seu lançamento no Brasil daqui a doze ou treze meses”, comentou Watters.

Criada como conceito, a Ranger Storm, segundo a Ford, é uma versão de estilo diferenciado que valoriza a vocação off-road da picape. Externamente, o modelo que será produzido nos Estados Unidos traz pintura em duas cores com grafismos e elementos como alargadores de para-lama, para-choques off-road, rack de teto, snorkel, estribos laterais tipo plataforma e capota marítima. A grade dianteira traz o nome Storm em letras grandes.

“A transformação faz parte da vida”, comentou o presidente da Ford. “A diferença é que hoje ela ocorre num ritmo nunca visto. O consumidor brasileiro busca por marcas com as quais possa se relacionar e confiar, que mostrem honestidade, compromisso e segurança. Por isso, todas as transformações que estamos realizando hoje na Ford, tanto para fora como dentro da empresa, têm como ponto central o consumidor.”

Além de lembrar o investimento global de US$ 11 bilhões da Ford para lançar quarenta modelos híbridos e elétricos até 2022, Watters destacou as parcerias e aquisições nas áreas de carros autônomos, conectados e mobilidade.

No Brasil, por exemplo, a empresa lançou o aplicativo de serviços FordPass, que pode ser usado tanto por proprietários de carros da Ford como de outras marcas, e o Tapete de Acessibilidade, protótipo criado para facilitar a mobilidade de cadeirantes.

Com relação aos produtos da marca, o presidente da Ford destacou a vice-liderança do Ka no mercado de automóveis, as vendas estáveis do EcoSport e o sucesso do Mustang no segmento premium.

fonte: AutoIndústria

Modelos Land Rover agora trazem motor flex

04/12/2018 – Desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro pelos engenheiros da fábrica da Jaguar Land Rover em Itatiaia, RJ, com o suporte da equipe de engenharia global que fica na matriz, o inédito motor Ingenium 2.0 flex passa a equipar os modelos Discovery Sport e Range Rover Evoque, que acabam de chegar nas quarenta concessionárias da marca com preços promocionais que envolvem descontos na faixa de 6,4% a 9,3%.

O motor de 240 cv e 34,6 kgfm de torque, que é o primeiro da Land Rover projetado para o uso de etanol e gasolina no mundo, conta com ampla utilização do alumínio, duplo comando de válvulas nos cabeçotes (com quatro válvulas por cilindro) e variador de fase para proporcionar melhor desempenho e economia.

Segundo a fabricante, o novo propulsor desenvolve 240 cv e é o mais potente motor flex no segmento de SUVs premium. O Discovery Sport sai da imobilidade aos 100 km/h em apenas 7,6 segundos e chega à velocidade máxima de 200 km/h. Já o Evoque, vai de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos e atinge até 217 km/h.

“Tanto para o Range Rover Evoque, que possui uma proposta mais urbana, quanto para o Discovery Sport, que é o veículo ideal para o campo, identificamos a necessidade de oferecer essa opção aos clientes da Land Rover, que sempre buscam o máximo prazer em condução, aliado ao conforto e praticidade do dia a dia”, afirma Paulo Manzano, gerente de marketing e produto da Jaguar Land Rover.

Com a nova motorização flex, o Discovery Sport SE está custando R$ 214, 9 mil, ante preço de tabela de R$ 230,2 mil, e na versão HSE sai por R$ 240,9 mil, 6,4% a menos do que os R$ 254,5 mil da tabela. Já o Range Rover Evoque SE está com preço reduzido de R$ 234,5 mil para R$ 212,9 mil (menos 9,3%) e a versão HSE Dynamic do mesmo modelo baixou de R$ 271,2 mil para R$ 247,9 mil.

Produzidos na fábrica de Itatiaia, os dois SUVs são os mais vendidos da marca atualmente no País. As versões flex unem-se às versões a diesel do Discovery Sport e do Range Rover Evoque. Os modelos Land Rover são equipados com o exclusivo sistema Terrain Response, que ao simples toque em um botão ajusta todo o comportamento do veículo de acordo com o tipo de terreno em que se trafega.

fonte: AutoIndústria

Carro não será esquecido por jovens, aponta pesquisa

04/12/2018 – Uma pesquisa sobre a relação das diferentes gerações com a mobilidade foi divulgada durante Coletiva de Imprensa da Anfavea, no dia 07 de novembro, e revela o forte desejo de adquirir um carro na cultura brasileira. Realizada pela Spry, empresa de pesquisa presencial, e encomendada pela entidade, o estudo foi realizado em 11 capitais do País e ouviu um total de 1.789 pessoas segmentadas por geração: baby boomers (acima de 56 anos), X (de 36 a 55 anos), Y (de 26 a 35 anos) e Z (até 25 anos). Os entrevistadores foram questionados sobre o uso do carro e outros meios de transporte.

De acordo com a pesquisa, 49% dos baby boomers e 50% da geração X possuem veículos. Este número cai para 39% na geração Y e para 23% na geração Z.

No caso dos entrevistados que não possuem veículos, o estudo questionou sobre o desejo de comprar um nos próximos cinco anos. No resultado, 70% da geração Z afirmaram que desejam adquirir um modelo enquanto 69% dos entrevistados das gerações X e Y também têm a mesma intenção.

“Os resultados foram surpreendentes e tal conhecimento é fundamental para direcionar iniciativas da indústria”, afirmou Antonio Megale, presidente da entidade.

Sobre o número de pessoas que possuem ou não a licença para dirigir (Carteira Nacional de Habilitação/CNH), 35% da geração Z, a mais nova, estão habilitados. Da parcela que diz não possuir a carteira, 91% disseram que pretendem se habilitar. Na geração Y, 52% possuem CNH e 80% dos que não têm pretendem tirar a habilitação. Nos baby boomers e na geração X, os habilitados são 58% e daqueles que não estão, 24% e 59%, respectivamente, ainda pretendem se habilitar.

Sobre os diferentes tipos de meios de transporte, todas as gerações apontaram o carro como o principal: 38% dos baby boomers, 42% da geração X, 41% da Y e 40% da Z. Quem prefere carro como principal forma de se locomover aponta o conforto e a praticidade como principal atributo. O ônibus, que nas gerações dos baby boomers e X era de 15%, cai para 9% nas gerações mais recentes.

Com relação à frequência de uso dos diferentes tipos de transporte, a pesquisa aponta que aplicativos dedicados se apresentam como alternativa e não substituição de outros modais, mesmo nas gerações mais novas: apenas 9% do total de respondentes utilizam aplicativos de transporte como Uber ou 99 todos os dias. Mesmo na geração Z, a mais conectada de todas, 93% já utilizaram aplicativos, mas apenas 13% usam com uma frequência acima de três vezes por semana.

Sobre o futuro, 70% da geração Y e 66% da geração Z acreditam que o carro ainda será o principal meio de transporte no futuro. Do total de respondentes, 34% acreditam que aplicativos de transporte e carona compartilhada representam o papel do carro no futuro, enquanto 32% avaliam que o carro como conhecemos continuará sendo o principal meio de transporte. Apenas 3% acreditam que o carro vai virar item de museu.

fonte: AutoIndústria

Onix é o carro mais vendido em 2018

28/11/2018 – Com 178.401 unidades vendidas até a primeira quinzena de novembro, o Chevrolet Onix garantiu, com antecedência, a liderança do mercado brasileiro pela quarta vez seguida. O hatch teve desempenho excepcional neste ano: não perdeu a liderança em um mês sequer e mantém diferença intransponível em relação ao segundo e terceiro colocados.

O segundo carro mais vendido em 2018 é o Hyundai HB20, com 91.907 unidades até a primeira quinzena de novembro. Esse volume não assegura ainda a posição para o fechamento do ano. O terceiro colocado, o Ford Ka, está a menos de 3 mil unidades atrás (88.988).

Os demais modelos estão bem mais distantes. O VW Gol deve fechar o ano na quarta posição (tem 65.344 até agora), enquanto Chevrolet Prisma (60.957) e VW Polo (60.511) disputam a sexta posição. Já a picape Fiat Strada parece consolidada em sétimo lugar, com 58.936 unidades, o Fiat Argo em oitavo, com 55.235, e o Renault Kwid, que com 54.372 emplacamentos também tem praticamente garantida uma posição entre os primeiros.

Já a última posição do ranking dos dez mais está indefinida. O Jeep Compass leva a melhor, com 52.871 unidades, mas é seguido de perto pelo Toyota Corolla, que vendeu 51.265, e pela picape Fiat Toro, com 50.478 unidades. Com mais um mês e meio de vendas, essas posições podem ser trocadas ou consolidadas.

Renault Sandero, Fiat Mobi, Honda HR-V, Hyundai Creta, VW Saveiro, Nissan Kicks e Jeep Renegade também devem garantir uma posição entre os vinte mais vendidos no ano.

Essa liderança absoluta nos últimos cinco anos é um dos fatores que faz o Chevrolet Onix obter um excelente desempenho em relação ao valor de revenda. O carro recebeu pelo quinto ano consecutivo a Certificação Maior Valor de Revenda, que avalia os modelos que menos perdem valor após um ano de uso.  O índice de depreciação do hatch em 2018 (que tem versões com motor 1.0 de 80 cavalos e 1.4 de 106 cavalos) foi de 9,3% enquanto semelhante aos de anos anteriores, sempre abaixo de 10%.

fonte: AutoInforme

Da categoria de furgões grandes, modelos completam a gama de veículos comerciais das marcas

28/11/2018 – Começa a desembarcar na rede de concessionárias a nova geração dos furgões Citroën Jumper e Peugeot Boxer com preço promocional de lançamento de R$ 117,1 mil. Após o fim da campanha, o valor sobe para R$ 139,4 mil. Os modelos completam a linha da utilitários das marcas da PSA ao se juntarem com o pequeno Berlingo e o médio Jumpy, no caso da Citroën, e o Partner e o Expert, da Peugeot.

Iguais em tamanho, capacidade e aparência – diferenciam-se somente pelo logotipo das marcas na dianteira – Jumper e Boxer são furgões para atender segmentos da distribuição de carga urbana ou mesmo aplicações rodoviárias de curtas. Os modelos atuam em categoria de 3,5 mil quilos de peso bruto total (PBT) e entregam capacidade para até 1.667 kg que carga útil.

A nova geração de furgões que chega ao Brasil está em linha com a oferta da Europa, mercado onde as marcas disputam a liderança no segmento comerciais leves. Para enfrentar a realidade brasileira, os modelos ganharam reforços na suspensão, como também 10 milímetros a mais de distância em relação ao solo se comparado aos produtos europeus.

Pensado para oferecer mais espaço para carga e facilitar as operações de distribuição, os novos furgões trazem porta lateral deslizante de 1,56 metros que permite carregamento por meio de empilhadeiras. Nas portas traseiras, o ângulo de abertura é de 270°, o que também favorece as movimentações ao redor do veículo.

No compartimento de carga, as medidas internas, segundo as marcas, são diferenciais do segmento de furgões grandes, com distâncias entre as caixas de rodas de 1,42 m e largura de 1,87 m. O espaço total providencia uma capacidade para 13 m³.

Jumper e Boxer são equipados com o motor 2.0 Turbo Diesel BlueHDi que desenvolve 130 cv a 3.500 rpm e torque máximo de 34,7 kgfm a 1.750 rpm, valores que prometem agilidade para as aplicações urbanas. O câmbio é manual de 6 marchas. O conjunto, de acordo com as marcas, entrega o menor consumo de combustível da categoria, ao fazer 9,5 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada.

Por dentro, os novos furgões privilegiam praticidade e conforto para enfrentar para enfrentar o trânsito. O banco do motorista tem descanso de braço, a cabine conta mais de dez porta-objetos, o que inclui um nicho de 22 litros na parte superior, dois porta-luvas, um deles com chave, controle elétrico dos retrovisores externos e dispositivo no console que se transforma em uma mesinha. De acesso fácil ao motorista ainda se encontram duas tomadas, uma delas USB, comando de travamento das portas e ar-condicionado.

 

fonte: AutoIndústria

Euro 6 é definido pelo Conama

28/11/2018 – O Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente publicou no Diário Oficial da União, na última quarta-feira, 21 de novembro, Resolução 490 que institui novos limites de emissão de gases poluentes de veículos comerciais com motores a diesel. Trata-se da oitava fase do Proconve, Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores, equivalente às normas Euro 6.

De acordo com o cronograma da resolução, as novas regras entrarão em vigor em 1º de janeiro de 2023 para veículos em produção, enquanto que para homologação para modelos novos a partir de 1º de janeiro de 2022.

Além dos gases, a resolução também determina redução de ruídos dos veículos em três etapas, sendo a primeira a 2023, a segunda em 2028 e a terceira em 2032, com o máximo permitido de 72 decibéis já na fase inicial.

Na Europa, as normas Euro 6 são obrigatórias desde 2013. No Brasil, a atual fase do Proconve, equivalente a Euro 5, entrou em vigor em 1º de janeiro de 2012.

fonte: AutoIndústria

Volkswagen anuncia investimento global de € 44 bilhões até 2023

O Grupo Volkswagen anunciou na última sexta-feira, 16 de novembro, que pretende investir, até 2023, € 44 bilhões em veículos elétricos, digitalização, direção autônoma e novos serviços de mobilidade.

“A Volkswagen deve se tornar mais eficiente, mais produtiva e mais lucrativa a fim de financiar os altos gastos no futuro e permanecer competitiva”, disse Herbert Diess, CEO em entrevista coletiva.

Apesar de revelar investimento dessa magnitude, o board da maior fabricante de veículos, até para encaminhar os novos projetos, pretende reduzir os custosd e produção em 6% de 120 em todo o mundo a partir de 2020 e aumentar a produtividade em 30%, fabricante mais veículos de suas várias marcas sobre as mesmas plataformas.

A ideia da empresa é produzir cerca de 15 milhões de veículos elétricos  sobre sua plataforma MEB EV nos próximos anos. Modelos Porsche e Audi elétricos já estarão à venda no ano que vem. Produtos mais acessíveis com a nova marca ID estrearão em 2020.

Diess assumiu o comando do maior fabricante mundial de veículos em abril e desde então encaminha medidas para aumentar a competitividade das empresas do grupo e prepará-las para a esperada transformação do perfil da produção global, dos serviços e para a incorporação de novas tecnologias.

A plataforma MEB EV também é alvo de estudos da parceira Ford. Diess, contudo, assegurou que qualquer acordo com a montadora estadunidense excluirá estratégia de negócios, marketing e preços. Negou enfaticamente também participações cruzadas ou fusão entre os dois conglomerados.

“Esse nunca foi o objetivo dessas conversas. A Ford continua sendo uma concorrente”, afirmou o executivo, que revelou a expectativa de fechar, até o encerramento do ano, o desenvolvimento e produção de veículos comerciais que devem resultar em uma nova geração da picape Volkswagen Amarok e de utilitários esportivos.

fonte: AutoIndústria

Jeep Compass é campeão geral do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018

Por Redação PoupaMotors

Com apenas 7,3% de depreciação em um ano de uso, o Jeep Compass foi o automóvel melhor avaliado na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Autos, da Agência AutoInforme, em parceria com a Textofinal de Comunicação, que este ano contou com 18 categorias e o campeão geral.

Em relação à edição anterior, Selo Maior Valor de Revenda – Autos ganhou melhor distribuição de categorias. Agora são 18 contra 19 segmentos do ano passado, com a exclusão da categoria Crossover, já que as montadoras reclassificaram seus produtos como SUVs.

Dezoito modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018 em suas categorias: Renault Kwid (Entrada – 8,4%), Chevrolet Onix (Hatch Compacto – 9,3%), Volkswagen Golf (Hatch Médio – 11,0%), Mini Cooper (Hatch Premium – 11,2%), Toyota Prius (Híbrido/Elétrico – 12,7%), Honda Fit (Minivan/Monovolume – 10,4%), Volkswagen Golf Variant (Perua – 12%), Volkswagen Saveiro (Picape Pequena – 10,1%), Fiat Toro (Picape Compacta – 11,6%), Toyota Hilux (Picape Média – 10,9%), Chevrolet Prisma (Sedã Entrada – 7,8%), Honda City (Sedã Compacto – 8,3%), Toyota Corolla (Sedã Médio – 10%), Ford Fusion (Sedã Grande – 14,5%), Hyundai Creta (SUV Entrada – 8,9%), Volvo XC60 (SUV Médio – 12,7%) e Toyota SW4 (SUV Grande – 11,1%), além do próprio Jeep Compass na categoria SUV Compacto, com 7,3% de depreciação.

A pesquisa considerou os 110 modelos zero km mais vendidos, de 24 marcas. Além das marcas/modelos vencedores desta 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda –

Autos, foram analisados modelos das marcas Audi, Chery, Citroën, Ford, JAC, Jeep, Kia Motors, Lifan, Mini, Nissan, Peugeot, Renault, Subaru e Suzuki.

Segundo Joel Leite, “oito modelos vencedores desta edição melhoram suas posições em relação à quarta edição do estudo, com índices de depreciação menores. São os casos do Volkswagen Golf, Volkswagen Golf Variant, Volkswagen Saveiro, Toyota Hilux, Honda City, Jeep Compass, Volvo XC60 e o Toyota SW4. Essa variação positiva mostra que seus fabricantes fizeram um bom trabalho no pós-vendas”.

Na avaliação de Joel Leite, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

Depois de cinco edições, o Selo Maior Valor de Revenda – Autos revela também os modelos pentacampeões: Chevrolet Onix, Volkswagen Golf, Honda Fit, Toyota Hilux e Toyota Corolla.

O estudo de depreciação de veículos automotores feito pela Agência Autoinforme, com base na cotação da Molicar, é o indicador dos ganhadores do Selo Maior Valor de Revenda – Autos 2018. A comparação foi feita entre o preço praticado do carro zero km em agosto de 2017 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois.

Foram considerados os preços praticados no mercado de carros zero em agosto de 2017 e não os preços de tabela. O estudo considera as diversidades ocorridas no mercado na época da cotação – como a disponibilidade do produto, os bônus concedidos pelas fábricas e repassados ao consumidor, entre outros fatores – eliminando eventuais distorções de preços provocadas por essas ações.

Foram eliminados os carros que tiveram modificações consideráveis nos últimos doze meses, para que a comparação não comprometesse o resultado do estudo.

Foto: Tânia Silvestri, diretora da Jeep para América Latina, recebe o troféu do Selo Maior Valor de Revenda entregue por Fred Carvalho, diretor de Relações Institucionais da Anfavea.